Clicando nos quadrantes da planta-baixa ou nas setas direcionais são possíveis uma travessia e a audição das fantasmagorias da arquitetura.

Esta navegação, como tudo aqui, não é segura.

A mostra deveria ocorrer num galpão na região portuário do Rio de Janeiro. A pandemia a converteu num exercício virtual. Pedro Sodré, Gabriel Nigri e Bruno Keusen, a partir de imagens e sons tomados no local, propõem um exercício de aproximação com o sítio.

22º 53’53’’ S 43º 12’32’’ O

 
Selfie_Portrait_52_Colagem_analógica_fotografada_30x42cm.jpg

ANDREA ROCHA

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SELFIE PORTRAIT
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SELFIE PORTRAIT
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SELFIE PORTRAIT
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SELFIE PORTRAIT
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Dos rostos prefere arrancar os olhos e às vezes as bocas também, especialmente quando sorridentes. Dos corpos, as mãos são quase um fetiche. Amputar, editar e adicionar são suas operações de escolha. Permitem desconstruir para transgredir e assim inventar.

 

Ao apagar das luzes da era pré-pandêmica, Andrea Rocha completou o mestrado em Belas Artes no Chelsea College of Arts, em Londres. Hoje vive entre Rio e Inglaterra dedicada às colagens-instalação, em que convida recortes de revistas a contracenar com objetos do dia a dia. 

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ANTONIO TON

Formado em Design pela PUC-Rio, Antonio Ton vive e trabalha no Rio de Janeiro. Representante do coletivo SóNaCorreria, o artista plástico investiga diferentes técnicas, linguagens e suportes a partir de suas experiências entre cidade, natureza e espiritualidade. 

"Criamos uma unidade quando giramos em função do mesmo eixo. Circulamos na mesma vibração através da mesma rotação. Nasce um ritmo, uma frequência.

A parte também é o todo."- Ton

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EIXO RATOEIRAS
EIXO RATOEIRAS

Antonio Ton 2021 Arte Digital dimensões variadas 2021

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EIXO RATOEIRAS
EIXO RATOEIRAS

Antonio Ton 2021 Arte Digital dimensões variadas 2021

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sem título, 2020, tecido, costura e spray, aproximadamente 40x25x35cm, detalhe 4 .jpg

ARTHUR CHAVES

SEM TÍTULO
SEM TÍTULO

Arthur Chaves 2020 Tecido Costura e Spray Aproximadamente 40x25x35cm detalhe 3

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SEM TÍTULO
SEM TÍTULO

Arthur Chaves 2020 Tecido Costura e Spray Aproximadamente 40x25x35cm detalhe 2

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SEM TíTULO
SEM TíTULO

Arthur Chaves 2020 Tecido Costura e Spray Aproximadamente 40x25x35cm detalhe 4

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SEM TÍTULO
SEM TÍTULO

Arthur Chaves 2020 Tecido Costura e Spray Aproximadamente 40x25x35cm detalhe 3

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 Formado em Design de moda pela Universidade Veiga de Almeida, Rio de Janeiro, Arthur Chaves produz obras que conciliam manualidades e costura, em peças sem forma rígida, que caminham entre instalação, pintura e desenho. Utilizando-se de uma profusão de matérias como o tecido, o plástico e dejetos industriais, as criações acontecem no limiar entre o concluído, arrematado, processo aberto em constante transformação.

 

Mestrando no programa de pós-graduação em artes da UERJ, atualmente atua como professor em cursos livres e artista educador no coletivo Transcrições, uma iniciativa feita em conjunto com mulheres transexuais e travestis expostas ao HIV, promovida pelo Instituto Nacional de Infectologia/Fundação Oswaldo Cruz. Também compôs o júri do sétimo Prêmio EDP nas Artes do Instituto Tomie Ohtake.

 

Nascido em 1986, Rio de Janeiro, Brasil.
Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil.

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ARTHUR PALHANO

Arthur Palhano (1996) é artista visual, e, em 2019 participou do Programa de Formação e Deformação na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV), onde atua como monitor do curso “Exercícios Fundamentais da Pintura” desde 2017.

 

Sua prática artística discute, através de um pensamento pictórico, a interlocução simbólica e iconográfica entre objetos. Sua prática multidisciplinar permite a elaboração de trabalhos em diferentes mídias, como pintura, desenho, instalação e vídeo.

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ESPELHO
ESPELHO

Arthur Palhano 2021 Óleo sobre tela 100x80

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INTEMPÉRIES
INTEMPÉRIES

Arthur Palhano 2021 Óleo sobre tela 70x50cm

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TANGO
TANGO

Arthur Palhano 2021 Óleo sobre tela 50x40

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ESPELHO
ESPELHO

Arthur Palhano 2021 Óleo sobre tela 100x80

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AZULABULA

Captura de tela 2021-07-06 160439.png

AZULABULA

AzuLABula é artista, bailarina, arquiteta/urbanista, mestre em arquitetura ambas pela FAU/UFRJ. Sua pesquisa visa produzir dispositivos para o encontro através de um corpo adulto brincante, atuando num campo híbrido entre a dança, performance, o espaço e a materialidade que nos toca/cerca. A intensidade da maternidade  de quatro filhos  que indicou  o próprio corpo como suporte investigativo, a afirmação da brincadeira enquanto conector social e a costura como ferramenta de interligação de suas áreas de formação . No ano de 2020 teve três trabalhos em vídeo contemplados em editais: Limites, entravessias #1 e casulos interurbanos e em março de 2021 fará sua primeira estréia  no teatro Cacilda Becker (teatro que apoia a dança experimental do RJ) com o projeto "entravessamentos".

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BRUNO KEUSEN

Bruno Keusen é artista e cineasta. Além de trabalhar na Zazen Produções, em filmes como Curumim (2016) e Macabro (2019), desenvolve uma pesquisa em artes visuais através fotografia, vídeo, imagem em movimento, gravura e outras mídias. Seus trabalhos investigam do espectro eletromagnético ao sedimento rochoso em busca de novas imagens.

O Litófago devora a litosfera e seus litoides. Pedra sobre pedra, sobre pedra. Pedra de estômago, Gastrólito. Pedra estranha, Xenólito: uma pedra dentro de outra pedra. Gnaisse facoidal. Rocha metamórfica, formada sob alta pressão e temperatura. Condição para o realinhamento da estrutura atômica.

Transformação de rochas em novas cristalizações de matéria. Novos rochedos se erguem através dos éons. Erosões bioquímicas corroem as pedras, devoram cantos para cantaria. Geomancia de ornamentos arquitetônicos coloniais. O litófago não fastia. Conhece o caminho das pedras. Absorve as virtudes do rochedo. Virtudes pré-históricas. Rochedos são imagens primordiais. Mundo antes de mundo. Mundo sem mundo.

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CADU

O MONGE PIERROT E O NÁUFRAGO NUPCIAL X
O MONGE PIERROT E O NÁUFRAGO NUPCIAL X

Cadu 2021 Marmorização colagem e tinta óleo sobre papel Montval

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O MONGE PIERROT E O NÁUFRAGO NUPCIAL X
O MONGE PIERROT E O NÁUFRAGO NUPCIAL X

Cadu 2021 Marmorização colagem e tinta óleo sobre papel Montval

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O MONGE PIERROT E O NÁUFRAGO NUPCIAL X
O MONGE PIERROT E O NÁUFRAGO NUPCIAL X

Cadu 2021 Marmorização colagem e tinta óleo sobre papel Montval

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O MONGE PIERROT E O NÁUFRAGO NUPCIAL X
O MONGE PIERROT E O NÁUFRAGO NUPCIAL X

Cadu 2021 Marmorização colagem e tinta óleo sobre papel Montval

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Cadu – São Paulo, 1977.

Artista plástico e professor pesquisador no Departamento de Artes e Design da PUC-Rio, onde coordena o LINDA (Laboratório Interdisciplinar em Natureza, Design e Arte). 

“O monge pierrot e o náufrago nupcial” são uma série de desenhos, que utilizam marmorização e pintura a óleo. Na primeira técnica, a imagem fica suspensa sobre uma película gelatinosa e é transferia por contato. É conhecida pelo difícil controle dos resultados. Já as geometrias de teor sagrado realizadas com tinta e máscaras, compensam os elementos derivantes pela precisão. O desafio é gerar equilíbrio entre processos antagônicos.  “Bordo” e “Porto” plasmam-se invocados pelas personagens solitárias, e de humor trágico complementar, presentes no título."

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CRISTINA VASCONCELOS

ESTHER BONDER

 
INFLORESCÊNCIAS
INFLORESCÊNCIAS

Esther Bonder 2020 Tela metálica com tinta automotiva Tamanhos variáveis de 50x50x80

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INFLORESCÊNCIAS
INFLORESCÊNCIAS

Esther Bonder 2020 Tela metálica com tinta automotiva Tamanhos variáveis de 50x50x80

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CINETOSE
CINETOSE

2020 Tinta acrílica sobre lona de algodão no chassi 2,00hx1,60l

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INFLORESCÊNCIAS
INFLORESCÊNCIAS

Esther Bonder 2020 Tela metálica com tinta automotiva Tamanhos variáveis de 50x50x80

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ARQUEOLOGIA DA SUPERFÍCIE
ARQUEOLOGIA DA SUPERFÍCIE

Cristina Vasconcellos 2021 Instalação

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ARQUEOLOGIA DA SUPERFÍCIE
ARQUEOLOGIA DA SUPERFÍCIE

Cristina Vasconcellos 2021 Instalação

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ARQUEOLOGIA DA SUPERFÍCIE
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Cristina Vasconcellos 2021 Instalação

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Cristina Vasconcelos, Cearense, desenvolve uma poética investigativa sobre incidentes envolvendo territórios e a dimensão socio- política do espaço, com interesse sobre episódios com aeronaves e suas reverberações. A artista joga luz para as bordas dessas histórias, buscando em fragmentos físicos e documentais matéria para narrativas visuais, atualizando eventos que relacionam local e global.

 

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ESTHER BONDER

Esther é carioca, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Além de artista é arquiteta paisagista. Pinta paisagens oníricas que refletem estados de alma.

"Para essa exposição, num lugar tão próximo ao Porto do Rio de Janeiro e durante a pandemia, buscou um sentimento de contágio com o entorno. Pensou na chegada de tantos imigrantes, entre eles seus avós. A cinetose, denominação da sensação de mareamento após o desembarque, foi o ponto de partida para fazer uma ponte entre a pandemia e esse mal. 

O enclausuramento gera uma sensação de cinetose na saída, a morte sem o acompanhamento de rostos conhecidos pode ser comparada ao pavor do desconhecido, a falta da possibilidade de acolhimento na chegada de uma viagem." - Esther

 

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FERNANDA ISOLA

GARIMPO DE OBITUÁRIOS DE ESTRELAS
GARIMPO DE OBITUÁRIOS DE ESTRELAS

Fernanda Isola 2021 Dimensões Variadas

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GARIMPO DE OBITUÁRIOS DE ESTRELAS
GARIMPO DE OBITUÁRIOS DE ESTRELAS

Fernanda Isola 2021 Dimensões Variadas

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GARIMPO DE OBITUÁRIOS DE ESTRELAS
GARIMPO DE OBITUÁRIOS DE ESTRELAS

Fernanda Isola 2021 Dimensões Variadas

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GARIMPO DE OBITUÁRIOS DE ESTRELAS
GARIMPO DE OBITUÁRIOS DE ESTRELAS

Fernanda Isola 2021 Dimensões Variadas

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Garimpo de obituários de estrelas nasceu do encontro improvável entre um livro de fotos de satélite e uma pasta preta antiga respingada de tinta branca que, por mera coincidência (ou não), orbitavam e coabitavam meu ateliê. A semelhança celestial em suportes tão antagônicos me levou a refletir sobre o fascínio da humanidade pelo céu, que permeia de forma perene povos e gerações separados pelo tempo e pelo espaço. Garimpar astros em objetos cotidianos e acidentais passou a guiar meu olhar num exercício quase obstinado em colecionar esses encontros, da mesma maneira que o ser humano tem a esperança de guardar e preservar momentos. Ignoramos que ao olhar para o firmamento vemos apenas o brilho do passado de estrelas que talvez já tenham deixado de existir, o que revela um belo e discreto lembrete do cenário da nossa condição: terrena, impotente e passageira.

 

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FERNANDA MODIANO

 Fernanda Modiano é formada em arquitetura e urbanismo e trabalha com artes visuais desde 2018.  Iniciou sua prática em aulas livres no Parque Lage no campo expandido da pintura e, mais recentemente, com pequenas esculturas em madeira e ferro, maquetes e estudos em software 3d.  Faz parte do grupo de estudos Fabrica de Ratoeiras Concorde desde 2020.

 

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DOIS
DOIS

Fernanda Modiano 2021 Escultura em ferro 20x20x20cm (dimensões variáveis)

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DOIS
DOIS

Fernanda Modiano 2021 Escultura em ferro 20x20x20cm (dimensões variáveis)

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DOIS
DOIS

Fernanda Modiano 2021 Escultura em ferro 20x20x20cm (dimensões variáveis)

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DOIS
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Fernanda Modiano 2021 Escultura em ferro 20x20x20cm (dimensões variáveis)

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FERNANDA MODIANO

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FERNANDA SATTAMINI

FERNANDA SATTAMINI

Fernanda Sattamini (1976) é artista visual, vive e trabalha no Rio de Janeiro.

Sua produção explora processos analógicos experimentais, empíricos, alternativos e manuais, transitando entre fotografia, gravura, objetos e tramas. Parte de imagens e anotações próprias para abordar questões acerca da contemplação melancólica.

Vinda de formação em Publicidade e Marketing, transitando em paralelo por cursos e especializações em arte na EAV Parque Lage, Ateliê da Imagem e Escola Sem Sítio, no Rio de Janeiro.

Faz parte do grupo de estudos Fábrica de Ratoeiras Concorde desde 2021.

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SEM TÍTULO
SEM TÍTULO

2021 Crochê Dimensões variáveis

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SEM TÍTULO
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2021 Crochê Dimensões variáveis

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SEM TÍTULO
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2021 Crochê Dimensões variáveis

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SEM TÍTULO
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2021 Crochê Dimensões variáveis

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GABRIEL NIGRI

A CONSTRUÇÃO DA MURALHA
A CONSTRUÇÃO DA MURALHA

Gabriel Nigri 2020/2021 Cerâmica esmalte Dimensões variáveis

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A CONSTRUÇÃO DA MURALHA
A CONSTRUÇÃO DA MURALHA

Gabriel Nigri 2020/2021 Cerâmica esmalte Dimensões variáveis

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A CONSTRUÇÃO DA MURALHA
A CONSTRUÇÃO DA MURALHA

Gabriel Nigri 2020/2021 Cerâmica esmalte Dimensões variáveis

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A CONSTRUÇÃO DA MURALHA
A CONSTRUÇÃO DA MURALHA

Gabriel Nigri 2020/2021 Cerâmica esmalte Dimensões variáveis

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Gabriel Nigri mora e trabalha no Rio de Janeiro, onde se gradua em arquitetura. Possui formação pela EAV, onde teve aulas com João Goldberg e Luiz Ernesto, e mais recentemente participa do grupo Fábrica de Ratoeiras Concorde. Se interessa por modelos, miniaturas e jogos em seus possíveis cruzamentos com arquitetura, artes e literatura.

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JÚLIA COUTO

Júlia Couto estuda Belas Artes na Slade School of Fine Arts. Trabalha no campo da escultura e baseia sua prática artística na manipulação e exploração de materiais, relacionando a fisicalidade ao espaço e explorando suas questões conceituais, sócio-políticas e simbólicas.

O plástico preto é matéria prima e assunto. Sua precariedade e brilho, leveza e peso. O tempo de uso curto e a vida quase eterna, o impermeável que permeia tudo. Esculturas que crescem do fascínio e pavor ao material plástico e se desenvolvem em uma relação de troca e manipulação, em que a costura cria espaços, babados, pregas e pences em um misto de roupagem e lixo. Em outros momentos, motores dão vida, e morte, no que é somente coisa. Lonas plásticas reaproveitadas de construções se tornam tecido-matéria-prima para esculturas que continuam a negociar, sempre, a forma disforme.

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COISA
COISA

Júlia Couto 2021 Dimensões Variáveis

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COISA
COISA

Júlia Couto 2021 Dimensões Variáveis

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COISA
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Júlia Couto 2021 Dimensões Variáveis

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COISA
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Júlia Couto 2021 Dimensões Variáveis

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GABRIEL NIGRI

Maracujá sobre Grade (2019 - ).jpg

JOANA AMORA

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Artista-jardineira, curiosa multimídia.

Militante agroecológica e cientista. "Acredito em cultivarmos as realidades que sonhamos". Por isso coleto e propago sementes. Histórias que respeitam nossas naturezas e nós mesmas como Natureza. E investigo na vida, processos e fenômenos, modos de estreitar-borrar os limites entre a Humanidade-paisagem que habita.

 

Através dos “Jardins” e materiais-personagens-naturais-e-vivos em movimento. Se transformando e questionando dimensões de tempo-espaço. Propomos outras realidades. 

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MARACUJÁ SOBRE GRADE
MARACUJÁ SOBRE GRADE

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MARACUJÁ SOBRE GRADE
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MARACUJÁ SOBRE GRADE
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MARACUJÁ SOBRE GRADE
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GABRIEL NIGRI

JULIETA SOBRAL

CHÃO
CHÃO

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O BEIJO
O BEIJO

Julieta Sobral 2021 Cianotipia sobre linho 0,80x1m

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O BEIJO
O BEIJO

Julieta Sobral 2021 Cianotipia sobre linho 0,80x1m

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CHÃO
CHÃO

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O BEIJO
Através de um processo alquímico, pequenos pedaços de chão se inscrevem no tecido a partir da luz. O movimento proposto dialoga diretamente com o espaço expositivo: é como se o tecido pousasse sobre o mezanino do galpão abandonado, absorvesse o que ali havia, e levantasse voo, carregado pelo vento e pela chuva, até colidir com a parede oposta. 


A imagem obtida nesse processo não se revela um testemunho cru. Ao longo do trajeto o  chão se reorganiza revelando um ambiente aquático, quase místico, no qual o linho aparece como uma espécie de sudário onírico, membrana, portal prenhe de sonho, volúpia e movimento.


Julieta Sobral é designer, fotógrafa, pesquisadora e professora da PUC-Rio. Vem se aventurando nas águas da experimentação artística a partir de onde está construindo seu processo de doutoramento.

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LUIZAEANA

Luizaeana é um estado brasileiro. Localiza-se a uma latitude 22º54'23" sul e a uma longitude 43º10'21" oeste, estando a uma altitude de aproximadamente 1,685 metros acima do nível da Lagoa. Sua população estimada em 2021 foi de 11 habitantes e sua área de 9 m². Zonas limítrofes: corpo, movimento, maternidade, costura, pele. Luizaeana ficou conhecida por ter as primeiras gêmeas nascidas em épocas distintas (2000 e 1978).

Sua bandeira é composta por dois extratos diferentes de terreno. Um lado mede aproximadamente três por três metros. O outro três por dois metros. Suas camadas apresentam matérias e pigmentos de diversos aspectos e texturas. Muito dessa matéria ainda está a sedimentar no terreno e outro tanto o ar espalhou e ainda está a levar.

 

LUIZA FURTADO

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LUIZA FURTADO

Luiza Furtado é artista e designer por formação, radicada no Rio de Janeiro. Trabalha com técnicas como a pintura, a costura e o video para a articular paradigmas do universo feminino.

 

Instalação "Meu útero gigante" desenvolvida como projeto de conclusão de curso, em colaboração com a designer Maria Luiza Cavalcante Bastos. O objetivo do sistema modular é estimular o ganho de consciência corporal, durante o periodo de gestação, reduzindo a probabilidade do desenvolvimento de uma depressão pós parto. O dispositivo macio ambienta o espaço compartilhado, para aninhar encontros com a rede de apoio da mulher, que espera. 

A ginecologia natural e a Medicina tradicional Chinesa, foram linhas fundantes para a escolha da dimensão e densidade dos apêndices sensoriais que costuram este objeto.

Nosso mamute instalativo em vinho, abraça a dupla de usuários com membros que permitem a amplificação dos chutes intrauterinos, expandindo a esfera afetiva entre mae e bebe, para terceiros. Orientadores: Claudia Kayat e Cadu.

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MEU ÚTERO GIGANTE
MEU ÚTERO GIGANTE

Luiza Furtado e Maria Cavalcante 2020 Bordado sobre lona Dimensões variáveis

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MEU ÚTERO GIGANTE
MEU ÚTERO GIGANTE

Luiza Furtado e Maria Cavalcante 2020 Bordado sobre lona Dimensões variáveis

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MEU ÚTERO GIGANTE
MEU ÚTERO GIGANTE

Luiza Furtado e Maria Cavalcante 2020 Bordado sobre lona Dimensões variáveis

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MEU ÚTERO GIGANTE
MEU ÚTERO GIGANTE

Luiza Furtado e Maria Cavalcante 2020 Bordado sobre lona Dimensões variáveis

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JULIETA SOBRAL

 

MAIRA NASCIMENTO

A COBIÇA DO CAVALO FANTASMA
A COBIÇA DO CAVALO FANTASMA

Maira Nascimento 2020 Tampo de mesa banco e mesa de madeira gesso e ossos Dimensões Variáveis

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A COBIÇA DO CAVALO FANTASMA
A COBIÇA DO CAVALO FANTASMA

Maira Nascimento 2020 Tampo de mesa banco e mesa de madeira gesso e ossos Dimensões Variáveis

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A COBIÇA DO CAVALO FANTASMA
A COBIÇA DO CAVALO FANTASMA

Maira Nascimento 2020 Tampo de mesa banco e mesa de madeira gesso e ossos Dimensões Variáveis

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A COBIÇA DO CAVALO FANTASMA
A COBIÇA DO CAVALO FANTASMA

Maira Nascimento 2020 Tampo de mesa banco e mesa de madeira gesso e ossos Dimensões Variáveis

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Maíra Nascimento tem 41 anos, é natural de Belo Horizonte, Minas Gerais e vive e trabalha no Rio de Janeiro. Bacharel em desenho e gravura pela Escola de Belas Artes da UFMG. Cursou a pós graduação “Artes Plásticas e Contemporaneidade” na Escola Guignard – UEMG.

Frequentou a aula do Parque Lage “Processo Criativo”com o professor Charles Watson em 2018 e participou do seu grupo de estudos no Atelier Novo Mundo até 2020.  Foi selecionada e participou do programa “Imersões Poéticas” da “Escola Sem Sítio” em 2019. Coordena e participa do grupo de estudos “Fábrica de Ratoeiras – Concorde” com os facilitadores Cadu e Arthur Chaves desde 2019. Foi residente selecionada do programa “Residência Arte e Magia” na “Terra Una Ecovila” em janeiro de 2020, sob a coordenação de Nadam Guerra e Keyna Eleison. O processo da sua produção artística parte de um enfrentamento entre a proposta de eternidade da escultura e o devir vegetal irrefreável ao tempo. Monta instalações ou peças modulares inspiradas nas

potências da natureza.

 

 

MARCIA FALCÃO

Márcia Falcão, 1985 Nasceu, vive e trabalha nos subúrbios da cidade do Rio de Janeiro Artista Plástica graduada em Pintura em 2010 pela UFRJ. O tema recorrente tem sido a problemática feminina vista através de experiências pessoais tendo o Rio de Janeiro como cenário, ora belo e poético ora violento e assustador. Passeando pelo grotesco assumo a linguagem figurativa como meio para transmitir críticas à contemporaneidade

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2021 óleo sobre tela
 

MAIRA NASCIMENTO

NATHALIE VENTURA

SOBRE AS ÁGUAS MEU CHÃO
SOBRE AS ÁGUAS MEU CHÃO

Nathalie Ventura 2021 Papel carbono martelo pregos e imagens impressas

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SOBRE AS ÁGUAS MEU CHÃO
SOBRE AS ÁGUAS MEU CHÃO

Nathalie Ventura 2021 Papel carbono martelo pregos e imagens impressas

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SOBRE AS ÁGUAS MEU CHÃO
SOBRE AS ÁGUAS MEU CHÃO

Nathalie Ventura 2021 Papel carbono martelo pregos e imagens impressas

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SOBRE AS ÁGUAS MEU CHÃO
SOBRE AS ÁGUAS MEU CHÃO

Nathalie Ventura 2021 Papel carbono martelo pregos e imagens impressas

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Nathalie Ventura tem 29 anos, é artista, arquiteta e pesquisadora, mestre em Arquitetura pela PUC-Rio. Sua pesquisa explora os processos de construção das cidades ressaltando a dissonância entre seu caráter antropocêntrico e as necessidades de outros modos de vida frente às crises ecológicas planetárias no Antropoceno. Participou dos grupos de estudo de Charles Watson e de Ivair Reinaldin, do Procedência e Propriedade, e integra desde 2020 o Ratoeiras. “Sobre as águas, meu chão” foi pensado a partir do chão aterrado sobre o qual existe o galpão desta exposição. O desenho feito com marteladas sobre papel carbono delineia a orla aterrada da Baía de Guanabara, e se constitui junto a um atlas que tensiona o ímpeto moderno de um modelo de desenvolvimento predatório que subjugou humanos e não-humanos em prol do progresso ilimitado.

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MARCIA FALCÃO

VERA PARENTE

Vera Parente - Salvador, tem formação em Arquitetura pela UFBA, vive e trabalha em São Paulo. Participou em 2020 do Meios e Processos do FAMA Museu, Itu, SP; de 2014/19 de pesquisa gráfica na técnica de gravura em metal no H. Freddi Atelier de Gravura, SP; de 2011/12 do Grupo de Estudos do Instituto Tomie Ohtake; em 2011 do Procedência e Propriedade, RJ; de 2008/10 do curso de Arte Contemporânea do b_arco.

Expôs gravuras grande formatos na Galeria CAL da UNB, 2019, na Galeria Gaia, Unicamp, 2018; nos Museus de Arte de Ribeirão Preto, Itu e Salto e cerâmica alta temperatura na Kulturremisen Galeria SPOR1 Brande, Dinamarca e no Atelier d’Arts, Montpellier, França, quando de residências artísticas. 

Faz parte do grupo de estudos Fabrica de Ratoeiras Concorde desde 2020

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“AGUAÇA” I a IV
“AGUAÇA” I a IV

Vera Parente 2021 Tinta acrílica uso de ponta-seca e roleta dremel aplicação de carvão Dimensões Variáveis

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“AGUAÇA” I a IV
“AGUAÇA” I a IV

Vera Parente 2021 Tinta acrílica uso de ponta-seca e roleta dremel aplicação de carvão Dimensões Variáveis

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“AGUAÇA” I a IV
“AGUAÇA” I a IV

Vera Parente 2021 Tinta acrílica uso de ponta-seca e roleta dremel aplicação de carvão Dimensões Variáveis

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“AGUAÇA” I a IV
“AGUAÇA” I a IV

Vera Parente 2021 Tinta acrílica uso de ponta-seca e roleta dremel aplicação de carvão Dimensões Variáveis

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VIRGÍLIO BAHDE

"Capturadores_voo_das_andorinhas-primeiras"_Virgilio_Bahde_vidro_acrilico_eletrotransformação_pedra(
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"Capturadores_voo_das_andorinhas-primeiras"_Virgilio_Bahde_vidro_acrilico_eletrotransformação_pedra(
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"Capturadores_voo_das_andorinhas-primeiras"_Virgilio_Bahde_vidro_acrilico_eletrotransformação_pedra(
"Capturadores_voo_das_andorinhas-primeiras"_Virgilio_Bahde_vidro_acrilico_eletrotransformação_pedra(

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"Capturadores_voo_das_andorinhas-primeiras"_Virgilio_Bahde_vidro_acrilico_eletrotransformação_pedra(
"Capturadores_voo_das_andorinhas-primeiras"_Virgilio_Bahde_vidro_acrilico_eletrotransformação_pedra(

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VIRGILIO BAHDE / ARTISTA PLÁSTICO / JOALHEIRO

No presente momento do meu trabalho construo armadilhas para captura de temporalidades primordiais, que habitam os limites de corpos minerais e orgânicos. Aqui torno-me presa da fluidez da matéria.Cursou Artes visuais e Design pela Escola de Belas Artes da UFRJ,com formação complementar em gravura pelo Museu do Ingá e escultura junto ao artista Sérgio Camargo.Também cursou desenho e desenvolvimento e acompanhamento de projetos na EAV Parque Lage(RJ).

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